história da manicure - quando começou o cuidado com as unhas?

Ir até o salão de beleza e se entregar nas mãos de nossas manicures, simplesmente para relaxar do estresse de uma semana difícil, sem dúvida nenhuma, é uma delícia. 

história das unhas

TÓPICOS

Os técnicos encarregados da beleza dos nossos pés e mãos possuem as ferramentas certas e conhecem muito bem os procedimentos corretos para deixá-los macios e bonitos. 

Mas você conhece a história da manicure? Já se perguntou quando e onde começou esse hábito? Se sim, vem comigo que te conto tudo!

Afinal, onde começou a história da manicure?

Dizem que a aparência das unhas pode dizer muito sobre uma pessoa. A história provou isso ao longo dos séculos, à medida que as unhas passaram a ter um significado social, político ou mítico em todas as culturas e civilizações.

A palavra manicure deriva do latim: manus para mão e cura para cuidado. Acredite ou não, as pessoas manicuram as unhas há mais de 5.000 anos! 

Parece que tudo começou com os Antigos Babilônios, por volta de 3.200 a.C. Curiosamente, foram os homens, e não as mulheres, que começaram a pintar as unhas. 

Supõe-se que os soldados babilônios pintavam suas unhas de verde e preto antes do combate. As cores das unhas dos soldados também os separavam em classes.

Por exemplo, unhas pretas eram consideradas de classificação superior, enquanto as verdes pertenciam a uma classe mais baixa. Seus lábios costumavam ser tingidos para combinar com as unhas.

Este povo usava ferramentas de ouro maciço para fazer manicure e pedicure. Evidências arqueológicas de um conjunto de manicure de ouro maciço foram descobertas no sul da Babilônia datando de 3.200 a.C., como parte de um equipamento de combate. 

Semelhante aos antigos babilônios, o povo inca também recebia tratamento de unhas antes de ir para a batalha. Embora se acredite que a arte nas unhas é um conceito moderno, na verdade, foram os Incas que começaram a decorar as unhas com imagens de águias.

Na Índia, a manicure começou há, mais ou menos, 5.000 anos, ainda antes que o esmalte existisse, a hena era usada para este fim. Este famoso corante dava uma coloração vermelho-acastanhada às unhas.

A prática tornou-se popular também na China, onde Cixi, a viúva imperatriz, era conhecida por suas extravagantes unhas compridas. Embora fossem artificiais, ela sempre as tinha bem cuidadas. 

Há 3.000 a.C., de acordo com um manuscrito da Dinastia Ming, os chineses usavam a cor das unhas como distinção de posição e dinastia.  A cor das unhas indicava o status social de uma pessoa. 

As classes altas usavam ingredientes como cera de abelha, goma arábica e clara de ovo para colorir as unhas, aqueles que pertenciam ao regime governante costumavam usar cores altamente pigmentadas como o vermelho. 

Entretanto, usar unhas coloridas não era permitido a todos. Durante certas dinastias, as classes mais baixas podiam usar cores claras, no entanto, era proibido usar as cores da realeza e essa grave infração era punida com a morte!

Então, basicamente, se você fosse pego usando a cor de unha errada atribuída à sua classe, você estaria em sérios apuros.

Mais tarde, quase 2.400 anos depois, a tendência eram as unhas compridas feitas de metal com gemas preciosas nas pontas. Essa técnica se tornou uma declaração de status para os nobres e ricos. 

Comandantes militares do antigo Egito e de Roma, assim como os babilônios, também tinham o costume de pintar as unhas para combinar com os lábios antes de partir para a batalha. 

Mas, vamos ainda mais fundo na fascinante história da manicure, afinal eu sou uma mulher muito curiosa e gosto de mergulhar em águas profundas…

historia da manicure

Cleópatra fazia manicure?

Com certeza querida! Afinal, Cleo era poderosa e não poderia faltar na fascinante história da manicure! 

Cleópatra era, e ainda é, uma das rainhas do Egito mais conhecidas de todos os tempos. Seus conhecimentos na área da beleza vão muito além de suas roupas e cabelos.

Ela usava a cor vermelho-sangue extraída de extratos de plantas para tingir suas unhas. A rainha do Nilo foi a primeira na região a usar essas cores nas unhas em vez de cobrir as mãos inteiras com desenho feitos a base de henna.

Já as unhas da rainha Nefertiti – essa era outra poderosíssima! – brilhavam num violeta intenso. Apesar de que acredita-se que foi a rainha Nefertiti quem primeiro tingiu as unhas de vermelho como um símbolo de seu status real.

Os egípcios usavam o vermelho para designar o status social mais elevado. É consenso comum que Cleópatra e Nefertiti foram criadoras de tendências em sua época. 

Calma aí que a história da manicure continua…

E a evolução da história da manicure continua...

O tempo passou e o cuidado com as unhas nunca perdeu a sua popularidade, pelo contrário, só aumentou.

Os instrumentos de manicure eventualmente evoluíram, e na Europa de 1830 um médico chamado Sitts adaptou uma ferramenta odontológica para usar nas unhas dos seus pacientes, e foi aí que nasceu o pau de laranjeira. 

Mais tarde, em 1892, a sobrinha do Dr. Sitts deu um passo além ao inventar um sistema completo de tratamento de unhas. O sistema Sitts chega nos Estados Unidos, e como custava pouco, rapidamente se espalhou por todo o país.

Em poucos anos, proliferaram os salões de manicure. Embora existam vários estabelecimentos registrados, as “manicure ambulantes” atendem a uma crescente população que quer ter o serviço a domicilio. 

De acordo com a edição de 17 de julho do Daily Nevada State Journal,“Do número muito maior de pessoas que têm suas mãos cuidadas por manicures profissionais, um número considerável agora tem o trabalho feito em casa”.

Segundo a reportagem, tantos homens quanto mulheres têm suas unhas cuidadas por profissionais.

No início do século 19, a moda na América era unhas curtas em forma de amêndoa. As mulheres as cobriam com óleos aromáticos e as poliam com um pano macio. A manicure era feita com instrumentos de metal, tesouras e vários tipos de ácidos.

No século 20, surgiram diferentes estilos de manicure. As unhas postiças que usavam cola tornaram-se uma mania entre as pessoas que não queriam ou não podiam deixar suas unhas naturais crescerem por muito tempo. 

Antigamente, aplicava-se líquido permanente, monômero e polímero no leito ungueal para formar os acrílicos. E para para remover esse acrílico era necessário embeber as unhas em acetona.

Como vocês podem ver, a história da manicure é milenar. 

Hoje, manicure significa um sistema de última geração para cuidar de mãos e pés, que inclui cuidados com a pele e as unhas, tratamentos e procedimentos médicos, técnicas de pintura e até mesmo aplicação de várias técnicas de unhas postiças.

O primeiro salão de manicure

Mary E. Cobb aprendeu a arte da manicure na França. Ela então aperfeiçoou novamente o processo e o levou para os Estados Unidos. 

Em 1878, Cobb abriu o primeiro salão de beleza intitulado “Mrs. Pray’s Manicure”. Ela nem imaginava que este seria um dos serviços de beleza mais populares e mais solicitados da história.

Em seguida, ela abriu o primeiro salão de manicure da América, junto com o desenvolvimento de sua linha de produtos e a criação do primeiro guia de manicure caseiro. 

E ela não parou por aí, afinal era uma empreendedora nata! Sua contribuição mais significativa para a indústria foi a invenção da lixa.

French manicure (Francesinha)

A manicure francesa ou francesinha surgiu na França do século 18, e era usada pelas prostitutas da época que pintavam apenas as pontas das unhas. 

Essa era uma forma de esconder a sujeira embaixo das unhas, e assim, passar uma aparência, digamos assim, mais limpinha – SQN!

A técnica como conhecemos hoje, unha rosa ou nude com ponta branca foi aperfeiçoada em 1975 por Jeff Pink

Pink é o fundador da empresa de esmaltes e tratamentos para unhas chamada Orly, mas na época Jeff era um fornecedor de produtos de beleza em Hollywood. 

Segundo o próprio Jeff, os diretores queriam que uma cor de esmalte que combinasse com o guarda-roupas das atrizes em diferentes cenas.

Resumindo, essa cor deveria combinar com tudo e economizar o tempo gasto, pois todas as vezes que uma atriz trocava de roupa para uma cena, ela tinha que mudar a cor do esmalte das unhas.

Jeff então passou esmalte branco nas pontas das unhas e, depois passou um esmalte tom da pele por cima. 

E assim a francesinha como a conhecemos hoje nasceu, um design de aparência natural que transitava perfeitamente entre os guarda-roupas das atrizes, diminuindo assim o tempo que leva para a troca de roupas.

Na época, esmalte branco era difícil de encontrar, mas Pink mudou tudo isso depois que os estúdios agradeceram por todo o dinheiro que economizariam com manicure e tempo ocioso no set. 

Vendo uma oportunidade de negócio inteligente, Pink começou a vender um esmalte cor de carne e uma laca branca opaca juntas, chamando o conjunto de Kit de Unhas Natural Look. 

Ele então levou o look para Paris, onde foi usado em modelos para um desfile de moda. Quando voltou aos Estados Unidos, passou a chamá-la de manicure francesa.

As unhas francesas se tornaram extremamente populares, e ainda hoje é considerada a mais popular entre as mulheres, resumindo, é um clássico.

Moon Manicure

De 1890 até o início da Primeira Guerra Mundial, as luvas eram meio que obrigatórias para todas as mulheres em público. Havia uma grande variedade de luvas diferentes para ocasiões diferentes. 

Felizmente, as luvas começaram a perder a sua popularidade por volta do início dos anos de 1920. E isso se deu por causa da Primeira Guerra Mundial.

Muitas mulheres tiveram que arregaçar as mangas e trabalhar na indústria, já que seus homens tinha ido à guerra e faltava mão de obra.

A Moon Manicure foi vista pela primeira vez no final dos anos 1920 e foi o estilo preferido durante a maior parte dos anos 30. 

O estilo foi um resultado interessante de velhas convenções sociais, as luvas, e de novas superstições científicas (Acreditava-se que a unha poderia “respirar”a o deixar a lua da unha e a ponta sem esmalte).

As mulheres pintavam apenas o centro da unha, deixando a cutícula e as pontas da meia-lua nuas com a parte de baixo tingida com um lápis de unha branca ou creme.

Depois que Manard inventou o verniz colorido, as mulheres passaram a revestir as unhas da base às pontas com cores sólidas. Mas ainda sim, a Nail Moon era a queridinha da época e continuava trend. 

 

história da manicure
Nail Moon

Unhas de acrílico - Uma invenção genial!

A unha acrílica foi descoberta acidentalmente por um dentista, logo se tornou muito popular e desempenhou um papel importante no desenvolvimento da indústria de manicure.

Em 1957, o dentista Frederick Slack quebrou uma unha no trabalho e, para consertá-la, usou fotopolímero dentário que tinha em seu laboratório, também conhecido como acrílico.

Ele, então, desenhou uma unha falsa que parecia muito realista. Essa descoberta levou o dentista a trabalhar com seu irmão para criarem – e depois patentearem – o que hoje conhecemos como unhas de acrílico.

Em pouco tempo, os dentistas viram uma grande oportunidade de negócio e passaram a vender esse material para as manicures da época, assim dando vida à unhas esculpidas como nunca se viu antes.

Graças a essa descoberta, mulheres que não tinham unhas compridas, mas que desejavam tê-las, puderam saciar esse desejo.

O boom das unhas de acrílico foi tão grande que em pouco tempo se espalhou pelo planeta.

unhas de acrilico

O esmalte moderno como o conhecemos

Com a descoberta dos removedores de esmalte, a indústria cresceu mais rápido do que nunca, mas foi só no início do século 20 que o esmalte como o conhecemos passou a existir. 

E vejam só, temos que agradecer à indústria automobilística!

a indústria automobilística desenvolveu novas tintas, que foram adaptadas para revestir também os pregos. Essa indústria foi quem estimulou a criação do primeiro esmalte de unhas moderno. 

Daí então, a maquiadora Michelle Manard adaptou a fórmula usada em carros para criar um esmalte para unhas. Seu estilo preferido – Moon nail

Na época, Menard trabalhava para uma empresa chamada Charles Revson – que anos depois se tornaria a Revlon.

 O esmalte rosa foi lançado no mercado em 1925 e obteve popularidade instantânea. 

The Max Factor Company trouxe um esmalte liso na cor turquesa, ultrapassando os limites dos tons de vermelho dominantes e trazendo a manicure para uma nova era.

Charles Revson, seu irmão Joseph Revson e o químico Charles Lachman, fundaram a marca Revlon. A companhia se tornou a primeira marca de esmaltes estabelecida em 1932, quando lançou uma cor creme.

A Revlon começou a produzir esmaltes transparentes com base em pigmentos, e não em tintas. Isso criou a possibilidade de diferentes tons de cor. A marca logo se tornou líder na indústria de cosméticos, ao lado de empresas como Cutex, Avon, Elka, Blue Bird e Glazo.

No geral, as fórmulas de esmaltes estavam melhorando – a consistência, a duração e o brilho – mas alguns ingredientes ainda causavam problemas. Uma das bases da Revlon supostamente estragou algumas unhas e até levou a uma amputação. 

Outras empresas tiveram problemas com o formaldeído presente nas fórmulas, pois este causava reações alérgicas. Esse componente ainda é um ingrediente-chave na preparação da maioria dos esmaltes de hoje.

Naquele momento, as manicures estavam longe de ser um território exclusivo dos ricos. Um frasco de esmalte Cutex custava apenas 35 centavos em 1934, um luxo acessível em uma época de calças justas. 

 

Cutex - esmalte para unhas

E o setor das unhas se reinventa mais uma vez...

Quando a América entrou na Segunda Guerra Mundial e as mulheres se juntaram à força de trabalho, as manicures profissionais tiveram que se adaptar aos novos tempos. 

Unhas compridas não durariam muito com a entrada das mulheres na linha de produção. 

Ao invés de tentar manter as unhas pintadas com cores vibrantes, essas mulheres que desempenhavam trabalhos manuais voltaram a usar o esmalte transparente e o estilo francesinha.

O esmalte preto foi introduzido na década de 1930, no entanto, dessa vez não foram os soldados babilônicos que usavam, mas as mulheres.

Ao mesmo tempo, na Inglaterra, as mulheres pintavam paisagens cênicas em suas unhas. As pinturas eram de um nível de detalhe que não era usado desde as unhas chinesas cloisonné de quase 5.000 anos antes. 

A ideia de apliques de enfeite de unha tomou forma na Inglaterra, mas não se concretizou.

Em 1937, na América, foi concedida uma patente a um produto que fortalece as unhas.

Em 1950, o ramo da manicure era um dos mais fortes da indústria cosmética. O básico da manicure começou a ser ensinado em cursos preparados especialmente para a área.

A década de 70 foi o período da manicure acrílica. A profissão de designer de manicure foi inicialmente definida como uma especialista que podia pintar e furar as unhas. Esses especialistas logo se tornaram aqueles que ditam o que é tendência.

história da manicure

Gel, o irmão mais novo do acrílico

Os acrílicos são uma família especial de monômeros, oligômeros, polímeros usados para criar os produtos para as unhas, incluindo as unhas de gel UV e unhas de acrílico, líquido e em pó.

Wraps e adesivos de ponta também fazem parte da família dos acrílicos. Para simplificar, pense no gel como um acrílico pré-misturado.

No início dos anos 80, as unhas de gel apareceram pela primeira vez nos EUA, no entanto não tiveram sucesso. Não houve uma educação adequada dos técnicos de unhas com relação ao seu uso e aplicação.

Com a falta de conhecimento sobre o assunto, as manicures ficaram no escuro sobre o produto, e no final dos anos 80, muitas empresas retiraram seus produtos a base de gel do mercado.

Mas para a nossa alegria, no final dos anos 90, as unhas de gel estavam de volta à cena! Agora com fórmulas mais avançadas e melhoradas. Essas novas formulações também proporcionaram maior brilho e durabilidade. 

Inovações adicionais no campo dos géis surgiram na década de 2000.

A influência do mundo da moda

E não é que o mundo da moda também entra na história da manicure.

As revistas de moda demandava cada vez mais por novas cores de esmalte para cada atividade e hora do dia, o que gerava mais vendas e as mulheres se preocupavam se o novo tom era socialmente aceitável.

Novas tecnologias chegaram na década de 1950, adesivos de unhas, spray de cabelo sendo usado para secar esmaltes, unhas rachadas sendo reparadas com filtro de papel e cola e unhas de acrílico.

Os materiais usados para unhas postiças foram inventados com materiais para preenchimento das cavidades nos dentes. Eles se tornaram mais fáceis de aplicar e mais práticos na década de 1970.

Atualmente, parece não haver limites para a maneira como uma mulher faz as unhas. Ela pode se manter natural, optar por uma única cor suave ou vibrante ou ser criativa fazendo Nail Art.

Sites dedicados exclusivamente a esmaltes, produtos e designs estão por toda parte e repletos de inspiração. Tudo o que você precisa fazer é olhar em volta e usar a imaginação e o seu arsenal de esmaltes!

curso de manicure 1945
Créditos da imagem Wikimedia

Profissão manicure

Provavelmente, a manicure está presente na lista de gastos de quase todas as mulheres, principalmente a da brasileira. 

Unhas bem cuidadas passa a imagem de uma mulher saudável, higiênica e cuidadosa. É um hábito que, sem sombra de dúvida, realça a beleza natural. 

Bem, mas isso não sai barato. Muitas mulheres gastam o salário de uma semana com cabeleireiro e manicure. E porquê tanto? Vamos dar uma olhada no que uma manicure faz.

Além de possuir dois bons ouvidos, – a manicure precisar ter habilidades auditivas, se quiser se dar bem na profissão – elas são especialistas licenciadas, é o técnico responsável pelo cuidado das nossas mãos e pés. 

Uma manicure padrão deve sempre começar garantindo que a sua área de trabalho seja higienizada antes e depois de cada cliente, convenientemente localizada e que haja a iluminação adequada. 

Uma manicure profissional deve possuir ferramentas e suprimentos básicos como:

  • Ferramentas em aço inox: alicates, espátula e palito;
  • Autoclave;
  • Maleta para manicure;
  • Palitos de madeira e lixas;
  • Cremes e óleos;
  • Diluidor de esmalte ou óleo de banana;
  • Removedor de esmalte e acetona;
  • Borrifadores;
  • Luvas de látex descartáveis;
  • Algodão, toalhas e papel toalha;
  • Base, top coat, óleo ou spray secante;
  • Esmaltes;
  • Material para Nail Art como carimbos, decoração, adesivos, kits para unhas de gel, etc.

Como manipulamos a pele, às vezes pequenos acidentes acontecem, e existe o risco de propagação de infecções ou fungos quando as mesmas ferramentas não-higienizadas são usadas em diversas pessoas. 

Este é um problema sério e requer que o profissional faça SEMPRE a esterilização antes e depois de cada cliente ou tenha mais de um conjunto de ferramentas à mão. Uma nova lixa ou bloco de polimento deve ser usado em cada cliente.

Bem, esse é o básico, mas para se tornar uma profissional de ponta, é necessário estar ligada continuamente no mundo da moda e das celebridades e fazer cursos de atualização para se manter por dentro das novidades.

O mercado da beleza está em constante evolução, e não acompanhar essa evolução pode resultar em perda de mercado e clientes, e acho que você não quer isso, né amiga?

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